Delasnieve Daspet - Só Poesia


Quando as Estrelas Não Aparece

m ...

           Delasnieve Daspet
 
 
Quando fico no escuro
E as estrelas aparecem,
Não importa a situação,
Os  dedos tocam os sonhos,
E te buscam na eternidade
De uma canção.
 
 
Cansei de andar só,
Como um pardal na chuva.
E sem usar  as  máscaras permitidas,
Mal consigo  sobreviver...
 
 
Para fechar o ciclo,
Não busco  piedade
Sigo pela estrada, caminhando...
Quando as trevas se fecham em delírios,
Quando as estrelas  não brilham
Lágrimas queimam a minha alma,
E escurecem a minha  noite.
 
**************
 
Cuando las estrellas no aparecen
 
Cuando me quedo en la oscuridad
y las estrellas aparecen,
no importa la situación,
los dedos tocan los sueños,
y te buscan en la eternidad
de una canción.
 
Me cansé de andar sola,
como un gorrión en la lluvia.
Y sin usar las máscaras permitidas
mal consigo sobrevivir....
 
Para cerrar el ciclo,
no busco piedad.
Sigo por la calle, caminando...
Cuando las tinieblas se cierran en delírios,
cuando las estrellas no brillan,
las lágrimas queman mi cara
y oscurece mi noche.
 
Delasnieve Daspet
traducción: Lua
 
 


Escrito por Delasnieve Daspet às 23h05
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Algodão Doce
 Delasnieve Daspet
 
 
És o raio de luz que surge
Para prencher o vazio de minha loucura
Cheia  de escuridão...
 
Desvairada, eu me escondo na sua sombra,
E no silêncio da sua profundeza,
Encolho-me no sono que acalma...
 
E lá, dentro do infinito,  descubro
O seu olhar, úmido, como o orvalho da manhã,
No encontro de  sonhos e de ternura,
O seu sorriso que me faz especial.
 
 
E, eis-me, feliz, como uma criança,
Lambuzada de infinitude,
Algodão-doce do sonhar...
 
29.12.04
19,00 hs
Campo Grande MS
 


Escrito por Delasnieve Daspet às 19h11
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Sinto Falta das Coisas Que Íamos Fazer...
 Delasnieve Daspet
 
Foram tantos os sonhos,
Tantos quereres,
Findaram sem acontecer.
Sinto falta das coisas
Que íamos fazer...
 
O Verão se tornou  inverno.
A primavera não floriu.
Outounaram-se o tempo e o espaço.
E o dia e a noite, solidários,
Não amanheceu, nem anoiteceu,
E fico sem ter para onde ir, acompanhada,
Nas noites frias - da brumas  de tua ausência!
 
Faço parte da escuridão,
Faço parte da luz,
Da amargura que a palavra não expressa,
Do lamento o que a garganta não chora,
Da lágrima que  não rola,
Da prisão que enquadra a vida,
Da liberdade do ser e do sentir,
Paradoxos de mim!
 
28.12.04 - 10,00 hs
Campo Grande MS
 


Escrito por Delasnieve Daspet às 19h09
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